quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Por Favor
Não chamem o Campeonato Estadual (vulgo, erroneamente, Campeonato Carioca) de CARIOCÃO. É muito feio!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A boa filha à casa (en)torna
Nomes que não aguento mais - ler, ouvir, escrever etc. etc. etc.:
Flavio Briatore + Renault + Nelsinho Piquet + FIA + batida + acidental? + proposital + Fernando Alonso.
Quem assina é a Mariana, mesmo.
Flavio Briatore + Renault + Nelsinho Piquet + FIA + batida + acidental? + proposital + Fernando Alonso.
Quem assina é a Mariana, mesmo.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Essa é por minha conta
"Dá licença, meu senhor".
Meu nome é Biba, não sou a Mariana, não, essa relapsa que nunca escreve e manda aviso.
Eu sou a Biba, sou mulher, sou homem, sou o que vocês imaginarem - embora meu nome me condene a ser algo indefinido.
"Ô abre alas, que eu quero passar".
Não tenho papas na língua e também sou vascaína... Aliás, é sobre o meu time que quero falar - e também dos outros times que deram e que não deram o que falar na penúltima rodada deste Campeonato Brasileiro.
Em primeiro lugar, na primeira ou na segunda divisão, é Vascão no coração. Pronto, falei.
Em segundo e último lugar, só quero dizer uma coisa: troféu abacaxi para o Botafogo. Não teve competência para vencer o Figueirense, em casa, ou fez de propósito, mesmo?
Outra: o troféu morango vai para o Fluminense. Azedou a festinha do São Paulo, é isso aí.
Nos vemos após a última rodada, no próximo domingo.
Ahn, torcer pro Flamengo vencer?
Vamos pular essa parte??
Meu nome é Biba, não sou a Mariana, não, essa relapsa que nunca escreve e manda aviso.
Eu sou a Biba, sou mulher, sou homem, sou o que vocês imaginarem - embora meu nome me condene a ser algo indefinido.
"Ô abre alas, que eu quero passar".
Não tenho papas na língua e também sou vascaína... Aliás, é sobre o meu time que quero falar - e também dos outros times que deram e que não deram o que falar na penúltima rodada deste Campeonato Brasileiro.
Em primeiro lugar, na primeira ou na segunda divisão, é Vascão no coração. Pronto, falei.
Em segundo e último lugar, só quero dizer uma coisa: troféu abacaxi para o Botafogo. Não teve competência para vencer o Figueirense, em casa, ou fez de propósito, mesmo?
Outra: o troféu morango vai para o Fluminense. Azedou a festinha do São Paulo, é isso aí.
Nos vemos após a última rodada, no próximo domingo.
Ahn, torcer pro Flamengo vencer?
Vamos pular essa parte??
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Alívio e Tensão
Se o dia de ontem (e também o de anteontem) tivesse sido de total paz em São Januário, o título desta crônica seria o inverso: TENSÃO E ALÍVIO.
Afinal, o Vasco vinha entrando com tudo na zona da forca do Campeonato Brasileiro, e uma vitória significativa permitiria que torcedores, jogadores, comissão técnica e novo presidente respirassem mais aliviados.
Mas a história foi bem diferente. Mesmo goleando o Atlético-MG , em casa, por 6 a 1, em partida válida pela 16ª rodada do Brasileiro, ainda não foi dessa vez que uma brisa leve soprou em direção ao Clube da Colina.
Primeiro, vamos ao jogo. O Vasco abriu o placar ,com Edmundo, aos 13 minutos do primeiro tempo. O Atlético-MG empatou logo depois, com Jael.
No fim dos primeiros 45 minutos de partida, porém, o placar já apontava 3 a 1 para o time carioca.
O segundo tempo continuou sem muitas surpresas. O clube mineiro continuava perdido em campo, e levou mais um gol logo no primeiro minuto. Aos 15 minutos, o placar já estava em 6 a 1.
Apesar dos números amplamente favoráveis, a sensação, porém, era a de que os jogadores cruzmaltinos pareciam não acreditar na facilidade encontrada em campo. Diante da fragilidade do Galo, o Vasco poderia ter feito mais gols, melhorando (e muito) seu saldo. Mesmo assim, 6 a 1 ficou de bom tamanho para um time que estava com o saldo negativo.
Já antes da partida - mais precisamente, desde quarta-feira -, momentos de tensão: torcedores vascaínos fizeram protestos em São Januário. Falou-se em invasão, ameaças a jogadores, e graças a esse panorama, duas ausências geraram polêmica. O meia Morais abandonou o clube e não jogou contra o Galo (e parece que não volta mais). Leandro Bomfim alegou lesão no joelho direito, ainda na concentração, e também não entrou em campo.
Especula-se que ambos ficaram com medo das supostas ameaças dos torcedores e resolveram não arriscar.
Após o jogo, mais tensão. Edmundo disparou contra Morais e Bomfim, e sobrou munição, ainda, para o técnico Antônio Lopes (porque não gostou de ser substituído) e para o atacante Jean.
O "Animal" também falou dos torcedores que protestaram em São Januário, afirmando que "eles não representam a maioria vascaína, e vieram para aparecer na TV".
É... A nau continua teimando em navegar sem rumo... E na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco terá um desafio e tanto pela frente: derrotar o São Paulo, no Morumbi.
Afinal, o Vasco vinha entrando com tudo na zona da forca do Campeonato Brasileiro, e uma vitória significativa permitiria que torcedores, jogadores, comissão técnica e novo presidente respirassem mais aliviados.
Mas a história foi bem diferente. Mesmo goleando o Atlético-MG , em casa, por 6 a 1, em partida válida pela 16ª rodada do Brasileiro, ainda não foi dessa vez que uma brisa leve soprou em direção ao Clube da Colina.
Primeiro, vamos ao jogo. O Vasco abriu o placar ,com Edmundo, aos 13 minutos do primeiro tempo. O Atlético-MG empatou logo depois, com Jael.
No fim dos primeiros 45 minutos de partida, porém, o placar já apontava 3 a 1 para o time carioca.
O segundo tempo continuou sem muitas surpresas. O clube mineiro continuava perdido em campo, e levou mais um gol logo no primeiro minuto. Aos 15 minutos, o placar já estava em 6 a 1.
Apesar dos números amplamente favoráveis, a sensação, porém, era a de que os jogadores cruzmaltinos pareciam não acreditar na facilidade encontrada em campo. Diante da fragilidade do Galo, o Vasco poderia ter feito mais gols, melhorando (e muito) seu saldo. Mesmo assim, 6 a 1 ficou de bom tamanho para um time que estava com o saldo negativo.
Já antes da partida - mais precisamente, desde quarta-feira -, momentos de tensão: torcedores vascaínos fizeram protestos em São Januário. Falou-se em invasão, ameaças a jogadores, e graças a esse panorama, duas ausências geraram polêmica. O meia Morais abandonou o clube e não jogou contra o Galo (e parece que não volta mais). Leandro Bomfim alegou lesão no joelho direito, ainda na concentração, e também não entrou em campo.
Especula-se que ambos ficaram com medo das supostas ameaças dos torcedores e resolveram não arriscar.
Após o jogo, mais tensão. Edmundo disparou contra Morais e Bomfim, e sobrou munição, ainda, para o técnico Antônio Lopes (porque não gostou de ser substituído) e para o atacante Jean.
O "Animal" também falou dos torcedores que protestaram em São Januário, afirmando que "eles não representam a maioria vascaína, e vieram para aparecer na TV".
É... A nau continua teimando em navegar sem rumo... E na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco terá um desafio e tanto pela frente: derrotar o São Paulo, no Morumbi.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Mea Culpa
Tenho falado muito do Vasco, né?
Eu sei que vocês sabem que sou vascaína, mas confesso que ando exagerando. Mas, também, veja a situação do meu time: quase quase na zona da degola do Campeonato Brasileiro...
Acho que estou carente de boas notícias, e por isso fico catando qualquer coisinha (bacana) sobre o Vasco.
Estou perdoada??
Eu sei que vocês sabem que sou vascaína, mas confesso que ando exagerando. Mas, também, veja a situação do meu time: quase quase na zona da degola do Campeonato Brasileiro...
Acho que estou carente de boas notícias, e por isso fico catando qualquer coisinha (bacana) sobre o Vasco.
Estou perdoada??
"Gol do Juninho, monumental"
Hoje, 22 de julho de 2008, faz 10 anos do "gol monumental". Para quem ainda não ligou a data ao acontecimento, resfresco a memória: o tento histórico foi marcado por Juninho Pernambucano, quando ainda defendia o Vasco, em partida contra o River Plate, classificando o "clube da Colina" para a final da Taça Libertadores da América daquele ano.
O estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, foi cenário da arrancada vascaína. Em jogo difícil, Juninho veio do banco de reservas para fazer o gol redentor, deixando o placar empatado em 1 a 1. Os torcedores não se esqueceram disso - afinal, o Vasco acabou sendo o campeão da Libertadores em 98 - e homenagearam Juninho, anos depois, com o hino "São Januário, Meu Caldeirão": "Vou torcer para o Vasco ser campeão / São Januário, meu caldeirão / Vasco a sua história é a sua glória / É relembrar, o Expresso da Vitória / Contra o River Plate, sensacional / Gol do Juninho, monumental".
Ao ritmo de "Bebendo Vinho", música do gaúcho Wander Wildner conhecida na voz dos paulistas do Ira!, o hino tem marcado o canto da torcida vascaína nos estádios.
No Globo Online, uma matéria sobre o assunto e uma entrevista com Juninho Pernambucano, que confessa "adorar a música entoada pela torcida". O link é http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2008/07/19/gol_monumental_de_juninho_no_vasco_river_pela_libertadores_de_1998_completa_10_anos-547325334.asp
O estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, foi cenário da arrancada vascaína. Em jogo difícil, Juninho veio do banco de reservas para fazer o gol redentor, deixando o placar empatado em 1 a 1. Os torcedores não se esqueceram disso - afinal, o Vasco acabou sendo o campeão da Libertadores em 98 - e homenagearam Juninho, anos depois, com o hino "São Januário, Meu Caldeirão": "Vou torcer para o Vasco ser campeão / São Januário, meu caldeirão / Vasco a sua história é a sua glória / É relembrar, o Expresso da Vitória / Contra o River Plate, sensacional / Gol do Juninho, monumental".
Ao ritmo de "Bebendo Vinho", música do gaúcho Wander Wildner conhecida na voz dos paulistas do Ira!, o hino tem marcado o canto da torcida vascaína nos estádios.
No Globo Online, uma matéria sobre o assunto e uma entrevista com Juninho Pernambucano, que confessa "adorar a música entoada pela torcida". O link é http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2008/07/19/gol_monumental_de_juninho_no_vasco_river_pela_libertadores_de_1998_completa_10_anos-547325334.asp
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